Estratégia

A estratégia da EDP está em linha com os três objectivos traçados pela União Europeia até 2020, no âmbito da sua política integrada a nível energético e das suas alterações climáticas:

    . Emissões de GEE: redução em 20% comparado com o nível de 1990
    . Renováveis: contribuição de 20% para o consumo final de energia
    . Eficiência energética: 20% de redução do consumo de energia primária face a um cenário "business as usual".

No cenário de longo prazo, a EDP assume o combate às alterações climáticas como um desafio e uma oportunidade para implementar a sua estratégia, que combina um perfil de risco mais baixo que o sector, mas com um crescimento superior. Assim, apostamos:

1) Na consolidação da EDP como "top world-wide player" na energia eólica, suportada no crescimento através de plataformas regionais, com a aposta em geografias com quadros regulatórios estáveis, e no desenvolvimento do pipeline eólico, suportado numa carteira diversificada de fornecedores de turbinas eólicas;

2) No crescimento da potência hidroeléctrica, com um aumento previsto da capacidade hídrica de cerca de 45% até 2015 no mercado ibérico e no acréscimo da potência hídrica no Brasil;

3) Na melhoria da eficiência térmica das nossas centrais termoeléctricas, com a intensificação do recurso a processos de produção mais limpos, através de centrais CCGT, o descomissionamento das centrais a fuelóleo e gasóleo e o acompanhamento do desenvolvimento da tecnologia de "carvão limpo", com captura e sequestro de carbono. Complementarmente, realizamos investimentos de melhoria da qualidade das emissões atmosféricas acidificantes das nossas centrais;

4) Na promoção de medidas de melhoria da eficiência energética, com o desenvolvimento de iniciativas para a redução das perdas técnicas na distribuição de energia eléctrica e para a utilização mais eficiente da energia final nos variados sectores de actividade;

5) Na promoção da microgeração e dos serviços de energia;


6) Na gestão proactiva das nossas necessidades de licenças de CO2: suportada no investimento em fundos de carbono, desenvolvimento de projectos de MDL (Mecanismos de Desenvolvimento Limpo previsto no Protocolo de Quioto) e, eventualmente, compra de licenças de emissão adicionais;

7) Na inovação, acompanhando e participando no desenvolvimento de projectos de I&D, em diversas áreas como a energia das ondas, o solar, a captura de CO2 ou a microgeração.

 

A estratégia de combate às alterações climáticas passa pela implementação de medidas internas e externas de redução de emissões.